terça-feira, 19 de julho de 2016

A little order in the chaos

Começa com o vento, aquele qual atinge a grama. A grama é o glacê do bolo; ao tremer e balançar, remete também às sementes, e isso tudo ergue a árvore daquilo que a gente já conhece. Um grande e rígido carvalho, a criação do caos.

O vento pode ser apenas uma ideia, uma sugestão ou uma oportunidade que tomamos. A melhor das imagens que eu vou colocar na sua cabeça é um tabuleiro de xadrez bagunçado. É apenas um impulso pra que dê forma ao carvalho.

Querendo ou não, sempre estivemos no padrão. Padrão de um conjunto social ou padrão de si mesmo. Padrão do que a gente queria ser, padrão do que queriam pra nós.

Que agrado, deleite da própria e ávida existência que foi aqueles cinco minutos que você
...tomou aquele banho gelado
...ergueu a voz e argumentou
...foi falar com ele(a).

E prosseguimos em constância autoafirmação de que está bem. Que está mal. Que está diferente.

Movendo os peões para a frente.

Mas esse tabuleiro de xadrez não precisa ter nome. Estar ruim ou bom. Arrumado.

O que importa é você saber dar a importância para as peças certas, distinguir os peões dos reis

que no fundo, irrelevante seja a situação;


você achará ordem no caos.

Petley Jones


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