segunda-feira, 29 de setembro de 2014

(falamos um monte de besteira para cobrir o que realmente queremos dizer)

Tem dias que só a fama do teu nome já me faz tremer. 
Tem dias que você corta os dedos por descuido e só percebe quando está sangrando. 

Tem dias em que o sol não nasceu e você está na rua, andando sozinho e ouvindo Copeland. Com medo. Confuso. Arrependido. 

O dia de hoje nos prova que é muito fácil derrubar uma série de dominós bem posicionados.

(
Eu
Queria
Mudar
) ;

Passou o tempo e eu falhei miseravelmente. Mas não faria diferente. Talvez com mais atitude, o jogo teria mudado. Teria virado pra mim e eu controlaria as peças, agora. 

"Mas se você quer me deixar de fora
Eu posso tentar ser feliz lá fora"

(
Há tanta beleza mórbida num domingo. Há tanto para se fazer antes do fim. 
Eu sei que queria você pra mim. 
Mas você nunca correria no escorregadio por mim. 
Eu preciso de verdades que ecoem por todo o ambiente. 
Nada vale um "tchau" sorridente. 
Vou te puxar para perto.
"Acerta o meu desafeto
Sangue espirra até o teto"
Como eu quero você. 
Como eu quero que você me queira. 
E você não existe. 
Você muda de tempo em tempo. 
Você é uma, depois outra. 
Mas agora é hora de parar de fugir;
É hora de se tornar mais que um "poxa vida". 
Eu quero que se assuste. Que suma. Que apareça. Se importe.
) ;

Na verdade, esqueça tudo o que falei. Eu estava só de brincadeira. 

- E aí, beleza?
- Tudo!
- Cê tá mal.
- Nah, que isso. Hahaha. 
- Haha. 
- Ah, droga...

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