domingo, 15 de novembro de 2015

Like a church of virgins

"... And it always ends up: me against her..."

Estamos sempre indo contra a natureza:
Relacionamentos, drogas, dinheiro, ataques violentos contra outras nações
E eu tô cansando.

Querido diário, hoje gritei tanto que estou rouco; pensei tanto que estou demente e dormi tanto no chão que minhas costelas doem. Sou muito egoísta e as pessoas percebem isso. Sou muito desesperado e isso, por si só, me desespera. A verdade é que não sei escrever. Eu finjo. Eu minto. Eu finjo que minto sobre o que sinto.
Tem dias em que não me aguento. Tem dias em que nada me importa. Tem dias em que as coisas me importam demais.
Quando pergunto se você está bem, realmente quero saber o que está sentindo. Se algo lhe chateia, o que está acontecendo ou por que não está tudo bem.
Me perdoa por me importar demais. Não tenho amor próprio o suficiente para achar que vou deixar tudo bem e meu complexo de culpa deixa tudo pior. Não sou o melhor, mas tento. Só que às vezes tento demais. Procuro proteger quem amo e é assim que é.
Minha cabeça tem mudado muito rápido nesses últimos meses. Quanto mais acho que sei de muitas coisas, mais coisas descubro. Isso tem sido pesado para mim. É engraçado como quanto mais procuro não vitimizar minha situação, mais me encontro nela.
Me sinto inseguro, entende. Carente, de certa forma. Mas vai passar. Sempre passou.

"... Tá, mas o que você quer de mim?"

Que coisa errada, caras. Rezem pela Síria, também.

Nenhum comentário:

Postar um comentário